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3 lições de Luiza Trajano para empreender com propósito e resultados

Luiza Helena Trajano, presidente do conselho do Magazine Luiza e uma das vozes mais influentes do empreendedorismo brasileiro, transformou uma pequena loja do interior em um dos maiores grupos de varejo do país. À frente de um negócio que movimenta mais de R$ 65 bilhões por ano, ela segue defendendo que o sucesso nasce do simples, do cotidiano, do contato com as pessoas e do desejo incansável de inovar.

Durante sua participação no Expo Magalu 2025, a empresária compartilhou ensinamentos que trazem clareza para quem está começando e profundidade para quem já está na jornada. A seguir, os três pilares que ela considera indispensáveis para qualquer negócio prosperar:

1. Inove todos os dias — no grande e no pequeno

Para Luiza, inovação não é um departamento nem um evento anual. É um hábito. Um músculo que se fortalece com prática diária.

Ela defende que inovar não significa apenas criar soluções disruptivas ou investir em tecnologia sofisticada. A verdadeira evolução também está em mexer na rotina: encurtar processos, eliminar desperdícios, repensar o que “sempre foi assim”.

Todo mundo pode inovar um pouco no dia a dia. Às vezes, uma mudança simples rende mais do que um grande projeto.”

Em sua trajetória, Trajano sempre trabalhou com duas frentes simultâneas:
✨ as inovações ousadas, que movimentam o mercado;
✨ e as pequenas melhorias operacionais, que aumentam eficiência e reduzem custos.

Para ela, uma empresa que pensa grande, mas age pequeno todos os dias, ganha velocidade — e se mantém viva em qualquer cenário.

2. O cliente precisa estar no centro — sempre

Mesmo décadas após sair do balcão da antiga loja de rua, Luiza afirma: seus maiores aprendizados nasceram ali, conversando olho no olho com quem compra.

A empresária reforça que entender o cliente não é uma estratégia: é uma postura. É ouvir críticas com humildade, prestar atenção no que incomoda e transformar reclamações em mapa de melhoria.

Enquanto existir um cliente reclamando, eu sei que existe algo a aprimorar.”

Ela conta que acompanha pessoalmente relatos que chegam por suas redes sociais e aciona as equipes quando percebe que algum processo não está funcionando. E deixa um recado importante:

Empresas grandes ou pequenas precisam se manter conectadas ao “chão” da operação. Quem empreende não pode se isolar em salas fechadas. É essencial conversar com quem atende, com quem entrega e, principalmente, com quem compra.

Quando o propósito chega até a ponta — até o cliente final — o negócio se fortalece.

3. Entregue experiências — não apenas produtos

Para Luiza, vivemos a era em que vender não basta. Os consumidores querem sentir, participar, se surpreender. Querem memórias, não só embalagens.

Ela sugere que empreendedores aproveitem todas as datas do calendário, inclusive as menos óbvias — dia do pão de queijo, da música, da criatividade — para gerar conexão emocional com o público.

Pequenos gestos fazem diferença: um brinde inesperado, um cartão escrito à mão, uma mensagem bem-humorada, um atendimento genuinamente afetuoso.

“Quando você cria experiências, você cria vínculo — e ninguém troca vínculo por preço.”

Surpreender é a chave para encantar. E encantar é o que faz o cliente voltar, recomendar e defender a marca.

O legado da fala de Luiza

A força dos conselhos de Luiza Helena Trajano não está apenas no conteúdo, mas na trajetória que os sustenta. Ela prova que:

✔ inovar é hábito, não evento
✔ ouvir o cliente é estratégia de crescimento
✔ criar experiências transforma negócios comuns em negócios memoráveis

Mais que conselhos, suas palavras são um convite: quem empreende precisa sonhar grande, agir com coragem e tratar pessoas com verdade. O resto é consequência.

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